Carlos Faria

Carlos Faria

sábado, 4 de dezembro de 2010

Escrever o quê! E para quem?


Hoje ao acordar pensei…
Vou escrever algo, sinto essa vontade, mas não sei muito bem o que escrever e a quem me dirigir.
Porém outro pensamento me assolou, porque não redigir uma carta! Certamente um destinatário há-de ter e já sei quem!
Mas não será para enviar.
Podia escrever sobre a indiferença, respeito, saudade, cansaço e perda, mas concerteza que alguém saía magoado
Podia escrever sobre esse teu odiento e profano hábito repetitivo de magoares quem de ti gosta, mas santa paciência não pensas! E depois de estar dito não há volta a dar e o teu orgulho não te deixa pensar e agir de acordo com a tua vontade.
Podia invocar as dúvidas, incertezas e as provocações que nos levam a tomar decisões absurdas e incoerentes.

Podia escrever, falar ou cantar sobre o que há de mais belo, o amor! E as variadas formas de amar e como podem coexistir.
Podia tentar explicar como é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo; mas será que estarias interessada em compreender?
Mas isto são apenas esboços e palavras soltas ou se calhar nem sei bem o que quero ou o que sinto.
Talvez sim!
Mas mesmo assim vou escrever muito sobre o que me apetecer…
Não me apetece dormir…
Acho uma perda de tempo quando tenho coisas boas para fazer!
Imaginação a minha…
Retomo a conjugação verbal:

Escrevo para mim
Escrevo para ti
Escrevo para quem quiser ler
Escrevo porque me apetece
Escrevo por raiva
Escrevo por cobardia
Escrevo porque te sinto
Escrevo por prazer
Escrevo por te querer
Escrevo por te amar perdidamente
Escrevo por escrever na esperança que possas aparecer…
Carlos Faria, 4.12.2010
Rascunho!

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